Sobre o autor

Nasci em Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo. Formei em Comunicação Social – Jornalismo na Universidade Federal de Viçosa (UFV), Minas Gerais.

Meu trabalho de conclusão de curso foi uma reportagem multimídia chamada Viçosa urbana: como a urbanização de Viçosa está sufocando o ribeirão São Bartolomeu (melhor visualizável com resolução 1360 x 768 – widescreen).

Hoje sou repórter dos cadernos Motor, Imóveis e Oportunidades do jornal A Gazeta, de Vitória (ES).

Abaixo segue minha biografia, feita por meus colegas e amigos de Viçosa.

Popular entre os veteranos, só dava ideia para os amigos do Butantã. Não fazia muita questão dos demais. Estiloso e com uma voz grossa encantadora, fazia sucesso o tal rapaz. Pelo que se pode perceber com essas palavras, conheci pouco o Luiz até 2008. Mas algumas circunstâncias me aproximaram dele. Sabe aquela pessoa extremamente tolerante? Esse é o Luiz. Nada semelhante ao que podia parecer a uma pessoa que o conhecia superficialmente.

Ele sabe respeitar mulheres, idosos, crianças, homossexuais, homens. Trata todos de forma igual, como eles devem ser tratados. Admirado pelas patricinhas, playboys, bicho-grilos, almofadinhas, boêmios, professores, viúvas, cornos, bêbados, padres, depravados e nerds. Luiz tem um pequeno probleminha de memória. Esquece onde prendeu a bicicleta, sai com a corrente e deixa a bicicleta em casa, perde o pendrive que está pendurado no seu pescoço, não acha a carteira dentro de casa. O mais responsável da sala, fazia todos os trabalhos no último dia.

Não é 8, nem 80. É o meio termo. E isso não é falta de personalidade. É justamente o resultado de todas elas. Tem um pouco de todo mundo no Luiz e vice-versa. Apesar de ser metido a durão, Luiz chora. Engraçado que ele chora mais em filmes do que em acontecimentos da vida real. Proporcionou momentos inesquecíveis, como a coreografia do Robocop Gay. Dificilmente diz não. Principalmente se o convite for uma cerveja. Mas quando não quer, já tem a resposta na ponta da língua: “Pô bicho, to sem grana e tenho muita coisa pra fazer”. Mas se insistir ele acaba cedendo, o que já lhe rendeu saldo negativo no banco e uma barriguinha invejável.

Para irritar o Luiz tem que ser bom. Muito bom. Não é fácil tirá-lo do sério. Em vez de brigar, ele fica mudo digerindo a situação, geralmente com a sobrancelha levantada e fazendo um biquinho. Claro que tem hora que ele fica estressado, mas são raros os momentos. O Luiz é calmo e paciente. Sabe que as coisas têm a hora certa e é dono do seu destino. Que sorte o que? Ele faz da vida dele o que bem entender.

Gosta de boa música, que vai de rock n’ roll a samba. Escuta também Lady Gaga e Justin Bieber quando o objetivo é ganhar um vídeo game da promoção de uma rádio pop-teen. Caronas de bicicleta nos momentos mais oportunos e auxílios no mundo cibernético eram e ainda são o seu forte. Ciberativista convicto, deixa de fazer qualquer coisa para dar uma tuitada.

Se tornou uma lenda no curso ao conseguir reformar o (antes bizarro) LabCom ao tuitar uma foto de uma barata que sua namorada @samnogueira tirou. Não sei se ele vai conseguir mudar o mundo com sua militância, mas o primeiro passo já foi dado. Se o jornalismo do futuro é multimídia, você é o jornalista do futuro.

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